domingo, 16 de março de 2014
quinta-feira, 13 de março de 2014
Fórum Catarinense de Comunidades Terapêuticas
DIVULGAÇÃO:
Acontecerá no dia 22/03/2014 na Comunidade Terapêutica Desafio Jovem de Nova Trento em Nova Trento o XVII Fórum Catarinense de Comunidades Terapêuticas.
Baixe aqui:
Mais informações com Junior Soares
Administração – I. T. Desafio Jovem de Nova Trento
www.desafiojovemdenovatrento.org
(48) 9606-8861 / (48) 8473-3937
www.desafiojovemdenovatrento.org
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terça-feira, 22 de outubro de 2013
Comunidade Terapêutica traz vida nova aos dependentes de drogas
Comunidade Terapêutica traz vida nova aos dependentes de drogas
As ações desenvolvidas por meio das comunidades terapêuticas incentivam o usuário a retomar a atividade profissional, relações familiares e o exercício da cidadania, além de ajudá-lo a construir um projeto de vida.
Por meio da Secretaria Nacional de Políticas sobre Drogas, o Ministério da Justiça (Senad) vai gerar até o fim deste ano, 10 mil vagas em comunidades terapêuticas. Os usuários e dependentes de drogas serão acolhidos gratuitamente.
Os gestores, profissionais e voluntários em serviço nas entidades contratadas deverão participar de curso para capacitação e atualização profissional oferecido pela Senad e certificado pela Universidade Estadual Paulista (Unesp).
O processo para a contratação das vagas foi dividido em três fases: habilitação, que prevê verificação da regularidade jurídica, fiscal e trabalhista e situação econômico-financeira da entidade; pré-qualificação, que exige verificação da condição técnica da entidade; e contratação.
O Governo Federal vai pagar R$ 1 mil, mensais, pelos serviços de acolhimento de adultos e R$ 1,5 mil, por mês, para crianças, adolescentes e mães em fase de amamentação.
Lua Nova - Conheça, a seguir, como funciona a Associação de Formação e Reeducação Lua Nova, em Sorocaba (SP), instituição reconhecida, no Brasil e no exterior como experiência bem-sucedida e inovadora na reinserção de jovens mulheres em situação de risco, incluindo a dependência de drogas.
É por meio das atividades de trabalho e geração de renda, principalmente, que as 150 mulheres acolhidas todos os dias na Associação Lua Nova conseguem dar a volta por cima. Um fato singular é que 18 famílias formadas por mulheres que ingressaram como acolhidas construíram suas casas com suas próprias mãos e recursos. Algumas chegaram ao final do processo de recuperação e reinserção e hoje trabalham fora da instituição e moram neste pequeno condomínio localizado num terreno comprado pelas primeiras construtoras civis formadas na instituição.
Os tijolos e as casas são resultados da Empreiteira-Escola implantada em 2004 na Lua Nova. O projeto capacita mulheres para trabalhar na construção civil e para atuar como multiplicadoras da tecnologia sustentável que fabrica tijolos a partir de uma mistura de concreto e restos de construção.
Oportunidade de recomeço - Dentre as mulheres atendidas, a maioria de grávidas ou com filhos pequenos, estão dependentes químicas, meninas em situação de rua, vítimas de violência doméstica e sexual, todas com o mesmo objetivo: recomeçar a vida de uma forma diferente. A entidade atendeu mais de 3,5 mil mulheres desde sua fundação, em 2000.
Outras atividades profissionais e de geração de renda desenvolvidas dentro da Lua Nova são panificação e confeitaria, corte e costura, fabricação de bonecos pedagógicos, dentre outras. Encomendas de salgados e doces e de bolsas, por exemplo, geram renda para as residentes e para a instituição.
Em média, as mulheres permanecem nove meses na instituição. As jovens são estimuladas a se engajar na comunidade formada na própria associação, um fundamento básico para criar vínculos sociais.
O método, que alia atividades produtivas e comunitárias com acompanhamento psicológico, conferiu respeitabilidade à instituição. Esse trabalho alcançou visibilidade no Brasil e no exterior, como referência na atenção a mulheres em situação de risco. Em 2005, a entidade recebeu, por sua atuação, o Prêmio Social Ashoka-McKinsey, organização mundial, sem fins lucrativos, que atua no campo da inovação social, trabalho e apoio aos empreendedores sociais. O trabalho da fundadora, a psicóloga Raquel Barros, e da associação foi reconhecido em diversas premiações recebidas desde 2002.
História de superação - As meninas da Lua Nova explicam que homens e mulheres têm atitudes diferentes perante o desespero que o vício causa. Para bancar a dependência, normalmente os homens realizam bicos, pequenos trabalhos informais. A prostituição acaba sendo um caminho que muitas mulheres trilham para sustentar o vício.
A história de T. C. C. é dessas que a ficção não faria mais comovente. Seus 26 anos de idade parecem pouco tempo para acumular tantos episódios fortes. E na queda livre dos cinco anos em que morou na rua ela chegou num ponto em que poucas pessoas acreditariam que ela pudesse dar a volta por cima. “Cheguei a transar por R$ 12 para comprar crack”, diz ela, que foi infectada pelo HIV.
Cola, álcool de posto, “injetável”, T. conheceu todas essas substâncias no período em que viveu nas ruas de Maceió. A fluidez com que ela conta sua trajetória faz parecer que ela já superou tudo.
Ela também chegou a praticar alguns crimes, levada pela droga. Ela já cumpriu a pena e, mais do que concluir o ciclo da reinserção, passou para o outro lado. Atualmente, ajuda a recuperar pessoas que estão na situação em que já esteve.
Por Marcus Santos
Agência MJ de Notícias
(61) 2025-3135/3315
acs@mj.gov.br
www.justica.gov.br
Por meio da Secretaria Nacional de Políticas sobre Drogas, o Ministério da Justiça (Senad) vai gerar até o fim deste ano, 10 mil vagas em comunidades terapêuticas. Os usuários e dependentes de drogas serão acolhidos gratuitamente.
Os gestores, profissionais e voluntários em serviço nas entidades contratadas deverão participar de curso para capacitação e atualização profissional oferecido pela Senad e certificado pela Universidade Estadual Paulista (Unesp).
O processo para a contratação das vagas foi dividido em três fases: habilitação, que prevê verificação da regularidade jurídica, fiscal e trabalhista e situação econômico-financeira da entidade; pré-qualificação, que exige verificação da condição técnica da entidade; e contratação.
O Governo Federal vai pagar R$ 1 mil, mensais, pelos serviços de acolhimento de adultos e R$ 1,5 mil, por mês, para crianças, adolescentes e mães em fase de amamentação.
Lua Nova - Conheça, a seguir, como funciona a Associação de Formação e Reeducação Lua Nova, em Sorocaba (SP), instituição reconhecida, no Brasil e no exterior como experiência bem-sucedida e inovadora na reinserção de jovens mulheres em situação de risco, incluindo a dependência de drogas.
É por meio das atividades de trabalho e geração de renda, principalmente, que as 150 mulheres acolhidas todos os dias na Associação Lua Nova conseguem dar a volta por cima. Um fato singular é que 18 famílias formadas por mulheres que ingressaram como acolhidas construíram suas casas com suas próprias mãos e recursos. Algumas chegaram ao final do processo de recuperação e reinserção e hoje trabalham fora da instituição e moram neste pequeno condomínio localizado num terreno comprado pelas primeiras construtoras civis formadas na instituição.
Os tijolos e as casas são resultados da Empreiteira-Escola implantada em 2004 na Lua Nova. O projeto capacita mulheres para trabalhar na construção civil e para atuar como multiplicadoras da tecnologia sustentável que fabrica tijolos a partir de uma mistura de concreto e restos de construção.
Oportunidade de recomeço - Dentre as mulheres atendidas, a maioria de grávidas ou com filhos pequenos, estão dependentes químicas, meninas em situação de rua, vítimas de violência doméstica e sexual, todas com o mesmo objetivo: recomeçar a vida de uma forma diferente. A entidade atendeu mais de 3,5 mil mulheres desde sua fundação, em 2000.
Outras atividades profissionais e de geração de renda desenvolvidas dentro da Lua Nova são panificação e confeitaria, corte e costura, fabricação de bonecos pedagógicos, dentre outras. Encomendas de salgados e doces e de bolsas, por exemplo, geram renda para as residentes e para a instituição.
Em média, as mulheres permanecem nove meses na instituição. As jovens são estimuladas a se engajar na comunidade formada na própria associação, um fundamento básico para criar vínculos sociais.
O método, que alia atividades produtivas e comunitárias com acompanhamento psicológico, conferiu respeitabilidade à instituição. Esse trabalho alcançou visibilidade no Brasil e no exterior, como referência na atenção a mulheres em situação de risco. Em 2005, a entidade recebeu, por sua atuação, o Prêmio Social Ashoka-McKinsey, organização mundial, sem fins lucrativos, que atua no campo da inovação social, trabalho e apoio aos empreendedores sociais. O trabalho da fundadora, a psicóloga Raquel Barros, e da associação foi reconhecido em diversas premiações recebidas desde 2002.
História de superação - As meninas da Lua Nova explicam que homens e mulheres têm atitudes diferentes perante o desespero que o vício causa. Para bancar a dependência, normalmente os homens realizam bicos, pequenos trabalhos informais. A prostituição acaba sendo um caminho que muitas mulheres trilham para sustentar o vício.
A história de T. C. C. é dessas que a ficção não faria mais comovente. Seus 26 anos de idade parecem pouco tempo para acumular tantos episódios fortes. E na queda livre dos cinco anos em que morou na rua ela chegou num ponto em que poucas pessoas acreditariam que ela pudesse dar a volta por cima. “Cheguei a transar por R$ 12 para comprar crack”, diz ela, que foi infectada pelo HIV.
Cola, álcool de posto, “injetável”, T. conheceu todas essas substâncias no período em que viveu nas ruas de Maceió. A fluidez com que ela conta sua trajetória faz parecer que ela já superou tudo.
Ela também chegou a praticar alguns crimes, levada pela droga. Ela já cumpriu a pena e, mais do que concluir o ciclo da reinserção, passou para o outro lado. Atualmente, ajuda a recuperar pessoas que estão na situação em que já esteve.
Por Marcus Santos
Agência MJ de Notícias
(61) 2025-3135/3315
acs@mj.gov.br
www.justica.gov.br
quarta-feira, 11 de setembro de 2013
Curso Elétrica na ARAD
Divulgação
Nos dia 24 e 25 de Setembro de 2013 sera realizado na ARAD curso em parceria com o SENAR de Instalação e manutenção de Redes Elétricas.
Nos dia 24 e 25 de Setembro de 2013 sera realizado na ARAD curso em parceria com o SENAR de Instalação e manutenção de Redes Elétricas.
domingo, 4 de agosto de 2013
Divulgação: I ENCONTRO DE PSICÓLOGOS QUE ATUAM EM COMUNIDADE TERAPÊUTICA
A ACCTE-Associação Catarinense de Comunidades Terapêuticas em parceria com a Cruz Azul no Brasil promovem:
OBJETIVO: Promover a troca de experiências e conhecimentos dos profissionais psicólogos que atuam em Comunidades Terapêuticas e Grupos de Mutua Ajuda.
PÚBLICO ALVO: Psicólogos que atuam em Comunidades Terapêuticas Estagiários de psicologias que atuam em Comunidades Terapêuticas Acadêmicos de psicologias Responsáveis Técnicos de Comunidade Terapeutica Gestores de Comunidade Terapeutica
PROGRAMAÇÃO:
8:00 Acolhimento
8:30 Apresentação da ACCTE e da Cruz Azul
8:45 Apresentação dos participantes
9:00 Palestra :
Comunidades Terapêuticas: De onde viemos, onde estamos e para onde vamos? -
Palestrante: Mauricio Landre *
10:30 Coffe-Break
10:45 Debates
12:00 Almoço
13:30 Palestra:
As responsabilidades e a atuação do RT (Responsável Técnico)
na Comunidade Terapêutica.
Palestrante: Guilherme Falcão *
15:00 Coffe-Break
15:15 Debates
18:00 Encerramento
HORA E LOCAL: Data: 31/08/2013 (sábado)
Local: Cruz Azul no Brasil
Rua São Paulo, 3424 – Itoupava Seca – Blumenau – SC
Fones: (47) 3370-7529 / 3370-7867 / 9951-9598 / 3337-4200
E-mail: accte@accte.org.br / cursos@cruzazul.org.br
SUGESTÃO DE HOSPEDAGEM E ALIMENTAÇÃO:
Como sugestão há 200 metros da Cruz Azul há um hotel e restaurante Informações para hospedagem: http://www.hotelstjohn.com.br
Ficha de inscrição:http://www.accte.org.br
https://docs.google.com/forms/d/1keEkD0MDIZRXrApXEvOdYVBnL2bVu5a7fPmOSsZINEQ/viewform
FONTE: http://www.accte.org.br/blog/
Estado financiará tratamento da dependência químicacomo ganhar dinheiro na internet
Santa Catarina apoiará financeiramente o tratamento de dependentes químicos em Comunidades Terapêuticas
Deputado Ismael dos Santos (PSD). Foto: Fábio Queiróz
Uma reunião realizada no Centro Administrativo, nessa quinta-feira, entre o presidente da Comissão de Combate às Drogas, deputado Ismael dos Santos (PSD), o presidente da Alesc, deputado Joares Ponticelli (PP) e o governador Raimundo Colombo definiu para o próximo dia 27 de agosto a assinatura e lançamento oficial do programa REVIVER, que permitirá o repasse financeiro para o atendimento de até 1.200 dependentes químicos todos os meses.
O projeto decorre das audiências públicas realizadas pelo Fórum de Combate às Drogas em todas as regiões do estado que constatou a existência de uma estrutura no terceiro setor com uma centena de entidades habilitadas para atender os dependentes químicos.
O REVIVER (Rede Estadual de Atenção a Dependentes Químicos) prevê o investimento de aproximadamente R$ 12 milhões/ano. O projeto será desenvolvido em parceria com a Secretaria Estadual de Assistência Social e a Fapesc, que monitorará a qualidade do atendimento através de programas de Doutorado, Mestrado e Pesquisa. Serão 120 bolsas totalizando R$ 420 mil.
O deputado Ismael comemora a aprovação do projeto apresentado ao governador: “Vamos possibilitar que centenas de famílias carentes possam ter seus filhos atendidos com qualidade.” O parlamentar lembra que no Estado existem mais de 125 mil dependentes químicos, e que o problema ultrapassa as questões de saúde, tendo implicações diretas na percepção dos problemas da segurança pública.
Para o deputado, entre os diferenciais do REVIVER está a disseminação do atendimento por todas as regiões do estado. Cada entidade poderá obter recursos para custeio de até 10 vagas. Serão até 900 vagas para adultos e 300 exclusivas menores de 18 anos.
O REVIVER – Rede estadual de atenção a dependentes químicos será assinado pelo governador com a presença das entidades do terceiro setor, SST, Fapesc, Udesc, UFSC, em evento organizado pela Comissão de Combate e Prevenção às Drogas e governo do Estado, no dia 27 de agosto, às 10 horas, no Plenário da Alesc, "Desde a criação da ACCTE em Fevereiro/2012 buscamos atender os anseios das Comunidades Terapêuticas Catarinenses. Vimos acompanhado quase que quinzenalmente através de reuniões, contribuindo e construindo juntos o REVIVER e ver esse programa atendendo as pessoas que mais precisam é uma conquista que há tempos almejamos.A ACCTE, agradece e enaltece o deputado Ismael dos Santos pelo empenho que vem tratando o tema e pela implantação do REVIVER temos certeza de que mudará e muito a situação dos dependentes químicos e suas famílias que buscam tratamento mas não tem como arcar com os custos bem como as entidades que terão possibilidade de manter os trabalhos, investir em melhoria e capacitação do seu pessoal." destaca o presidente da
ACCTE Arsanjo Paul Colaço
Parabéns ao Dep. Ismael, sua equipe e a ACCTE
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